“Esse romance trata do conflito israelense-palestino com uma bem-vinda visão retrospectiva e alguma reflexão filosófica sobre a dificuldade de identificar os mocinhos e os bandidos nessa guerra. Se lê sem parar.”
Entreprise romande
“Um dos pontos fortes do livro é que dá consistência e racionalidade ao que parece não ter nenhuma, e é convenientemente chamado de “fanatismo”.
Le Courrier
“Uma história clara que se recusa a ser maniqueísta, um mergulho nas ruas do Cairo onde, como em qualquer outro lugar, é difícil controlar qualquer coisa.”
Geneva Weekly